Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

Pontes de Leninegrado de Nadir Afonso

© Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 18:22
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Domingo, 27 de Maio de 2007

«Universo e o Pensamento» de Nadir Afonso

E=mc²
 
Sobre a descoberta de Roemer que se nos afigura de grande importância, nunca encontramos, além duma breve referência de Stephen Hawking[1] acima citada, qualquer comentário nem obtivemos o mínimo conhecimento. De qualquer modo Hawking, classificou a proeza de Roemer de notável; ter-se-ia apercebido da contradição que ressalta entre as conclusões de tal proeza e as afirmações generalizadas de que a velocidade da luz é constante qualquer que seja o referencial de inércia? Porque será que a ciência, reconhecendo os efeitos inerciais extensivos a todo o movimento dos corpos, se empenha com tanta veemência a abrir uma excepção logo que se trata de medir a velocidade das partículas de luz? Não haverá aqui uma acomodação científica que tem uma história tão longa como os enigmas da Relatividade Restrita?
         Dada a dificuldade, então encontrada no sentido de estabelecer um sistema de coordenadas referenciais, e dadas as limitadas velocidades dos corpos em relação ao movimento das partículas luminosas, a concepção relativista de Einstein seria, no seu princípio e até certo ponto, tolerável se ela se limitasse a predizer a constância da velocidade da luz. Mas não, tal aprendiz de feiticeiro a sua imaginação vai muito mais longe! Essa constante velocidade não só foi solução para resolver, nas partículas luminosas, o complicado problema referencial, como também, valeu de fundamento para estabelecer a relação directa entre energia e massa dos corpos: E = M C², em que C é a constante velocidade da luz; caso C permanecesse (aquilo que realmente é) incógnita variável a equação perdia toda a sua elegância e originalidade[2]; assim como, adiante veremos, serviu de trampolim para formular a inconcebível dilatação do tempo, e dai pela unificação deste com o espaço, chegar à curvatura tetradimensional do Universo. Aquela sua centelha original desencadeia na Física, com repercussões na Cosmologia, uma imparável transformação básica nas ideias e uma audaciosa concepção do Universo que numa perspectiva nossa, se afigura insustentável: ou o célebre professor, numa genial antevisão, procurou, que me seja permitida a expressão, com uma cajadada matar uma coelhada, ou então jovem de 26 anos, em face de tão complexo contexto histórico-científico, caiu na tentação de asseverar, sem prever as consequências, a constância da velocidade da luz. É forçoso concluir que partindo dum erro inicial os resultados (previstos ou imprevistos) não poderiam ter sido nem outros, nem menos incontroláveis. E é esta a razão porque nos detemos a mencionar factos relacionados com os estudos sobre a velocidade da luz.
Texto extraído do livro «Universo e o Pensamento» de Nadir Afonso
© Nadir Afonso


[1] - Uma Breve História do Tempo.
[2] - Devemos notar que Max Born não necessitou de se reportar a qualquer C para concluir que energia e massa não são mais do que dois nomes diferentes de uma mesma coisa.

publicado por Laura Afonso às 12:34
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Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

Sintra por Nadir Afonso

© Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 22:38
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Serra do Pilar por Nadir Afonso

© Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 18:31
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Domingo, 13 de Maio de 2007

Pontes de Paris por Nadir Afonso

© Nadir Afonso

 


publicado por Laura Afonso às 14:05
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Quarta-feira, 9 de Maio de 2007

Place de la Gare de Nadir Afonso

© Nadir Afonso

 


publicado por Laura Afonso às 21:54
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Domingo, 6 de Maio de 2007

Da intuição artística ao raciocínio estético

Quatro temas que se conjugam, desenvolvem nos nossos três precedentes estudos e nos quais as teorias físicas da relatividade, as concepções filosóficas de idealistas e de materialistas e as teses biográficas sobre Van Gogh, são repostas em questão. Imodéstia minha? Sim. Sou português, transmontano e filho das Terras de Barroso. Aprendi de tradição a ser humilde, a louvar os mestres e a viver até aos oitenta anos na simplicidade que a minha inferior condição sempre me concedeu. Um balanço da minha existência e dos trabalhos a que me devotei ressoa-me subitamente absurdo… «Abandonaste o teu predestinado labor da terra» me repreende o demónio, «e a outras tarefas lançaste mão demasiado ambiciosa. De ti, tal ofício não passa de pretensão e petulância».

«E quanto mais procuraste mais a tua obra se torna incompatível com aquele recato ancestral da tua raça. Sistematicamente passaste de cavalo a burro e como qualquer quadrúpede em crise, lançaste de coice a encomendada albarda ao ar: que fique bem claro, a tua obra é uma criação original e os teus escritos os únicos que explicam ao mundo, o enigma da arte».

 

© Nadir Afonso - Da intuição artística ai raciocínio estético


publicado por Laura Afonso às 17:54
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Sábado, 5 de Maio de 2007

Idade Média de Nadir Afonso


© Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 22:12
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Sexta-feira, 4 de Maio de 2007

Flora de Marajó de Nadir Afonso



© Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 18:56
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Quinta-feira, 3 de Maio de 2007

Bruxelas de Nadir Afonso


© Nadir Afonso


publicado por Laura Afonso às 18:16
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